Emprego dos sonhos: homem é pago para pular em cima de colchões

Quem nunca levou uma bela palmada por estar a pular no colchão da cama? Reuben Reynoso jamais ficou de pé no colchão da sua casa, quando era pequeno, com medo de levar uma surra do seu pai. No entanto, a vida foi justa com ele: hoje, Reynoso trabalha numa fábrica de colchões e é pago para pular em cima deles!

O rapaz realiza uma série de testes de qualidade nos colchões da norte-americana McRoskey, que são todos feitos à mão. Mas se pensa que é tudo uma grande brincadeira, é melhor repensar. “É trabalho. Não é para qualquer um. Há maneiras certas e erradas de fazê-lo”, explicou o funcionário ao SF Gate.

Os colchões da McRoskey, todo o processo de fabricação de um colchão é manual e chegam a custar mais de 2 mil dólares (perto de 1.500€).

Na hora do teste, uma camada de proteção é colocada sobre o colchão e Reynoso entra em cena. Ele fica em pé no meio de uma das extremidades do colchão e dá início aos pulos: cinco para frente, cinco para trás. Ao todo, são cem pulos de um lado e mais cem do outro.

Diversão à parte, Reynoso precisa perceber as possíveis imperfeições do colchão e deve comprimi-lo o suficiente para que passe para a próxima etapa: uma gigantesca máquina de costura.

Reynoso já trabalhou como carpinteiro, pedreiro, engenheiro ferroviário e até mesmo numa fábrica. Mas ele garante que trabalhar com colchões foi o seu melhor emprego até então. “Eu sinto-me bem a fazer este trabalho. O sono é tão importante. Todo mundo precisa dele. Eu gosto de fazer parte disso”, afirmou.

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