Sexo oral faz aumentar o cancro nos jovens.

A prática de sexo oral de forma desprotegida pode ser um risco para a saúde do homem e da mulher
Alerta do Instituto Português de Oncologia.

O Instituto Português de Oncologia (IPO), em Lisboa, está a diagnosticar mais casos de cancro oral em jovens numa altura em que aumenta a taxa da mortalidade associada à doença – morrem cerca de 300 pessoas por ano.
Todos os anos são detectados 1500 novos casos: 1200 em homens e 300 em mulheres. E 25 por cento dos tumores verificam-se em pessoas que não bebem nem fumam. O IPO alerta para a relação da doença com o vírus do papiloma humano (VPH), transmitido por via do sexo oral.
Daniel de Sousa, chefe de Serviço de Cirurgia da Cabeça e Pescoço do IPO de Lisboa e professor de Medicina e Patologia Oral da Faculdade de Medicina Dentária da Universidade de Lisboa, diz que estamos perante um novo fenómeno: “Doentes oncológicos vítimas de novos hábitos sexuais, nomeadamente do sexo oral com vários parceiros.”
O perfil tradicional do doente com cancro oral foi alterado. “Era um homem entre os 50 a 60 anos, fumador e com hábitos alcoólicos.”
Apesar de serem “cancros orais com uma menor agressividade” e que “respondem melhor à terapêutica” quando detectados a tempo, Daniel Sousa defende a necessidade de medidas preventivas, nomeadamente “a criação de uma rede de cuidados primários que englobe médicos dentistas para facilitar uma detecção precoce de novos casos”.

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